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quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Não devia! Mais devo !

 Alguns contratempos gentilmente deveriam constar
 " Não ultrapasse!"
De fácil nitidez "como se encontrar no escuro",
ou cotejasse um caminho mais prático.
Muitos olhares, tem bem visíveis seu próprio pare!
E alguns são tão ousados,mal se notam seus dispares!
Vi uma advertência dizia "  Não ultrapasse " ...
Probabilidades não me convenceram a desfrutar alguns avisos,
talvez aqui encontre justificativas para todos os meus atrasos.
Estava a esmo e isso me tencionava alguns riscos.
Talvez fosse essa sede, a mesma por qual homens ,
conseguiram o direito de existir.
Como se não bastasse tal abuso por transpor,
ainda me encantei com as paisagens que a insubordinação me favorecerá! 
"Mais grave que a desobediência são os excitares da insistência"...
Ali me fora apresentado de forma irracional um gatinho doméstico,
que ousara ser meu cúmplice nessa ventura.
Procurei em meu ego independente, uma relação entre aquele indefeso e eu,
e percebi que ele tinha uma denotada nobreza desdenha!
Algo que talvez  não me advenha !
Precisamente lógico, " como se abrigar em temporais"...
Se abraçar quente nas noites de inverno...
E melhor comer as dúvidas, isso aumenta e muito a  fé!
Melhor me fosse a pior morte,que se a menor desobediência me matasse...
Até mesmo a própria terra vomitaria meus vermes se eu devesse!
E ali estava eu devendo a mim mesmo limites,
e o relógio matematicamente correto me cobrava o tempo perdido!
E aquele gato, culpa de minhas novas decisões ronronava olhando,
o caminho de volta!
Injuriei-me de tais infantilidades deste animal.
Ora pois ele me envergonhar diante de mim mesmo,
diante de Deus, a quem eu cobraria se algo desse errado!
Essa exigência de me dizer não, me proibia acompanhar essa fera,
que desnudará meu ego, estava me proibindo de poupar há Deus a culpa,
pelas desgraças que não me preocupava a razão!
Mais não poderia obedecer a mim mesmo, e não seria eu que me limitaria,
o prazer de desobedecer!
Peguei aquele ousado no colo, como a vida carrega os prudentes,
e me desafiei a acreditar em Deus sem necessitar motivos impensados!
Sabe mesmo o que eu não devia...
Era comprar fiado, compor eternas frases, "escrever minhas próprias
desventuras",poupar Deus de interceder por minha segurança e jamais ter pegado aquele gato para  mim!
Mais  desobediência de si mesmo e obedecer a vida...
Então tudo que se pode imaginar eu devo, não devia mais devo! 




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