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quinta-feira, 13 de agosto de 2015

A imensidão do vazio....






Indiferente de, mim mesmo,uma apatia por tudo,me mostrara no vácuo,
" um vão! " 
Um começo," nostálgico inútil ,oco"  atração fútil de minha dormência ...
Algumas coisas são tão grandes,  não há como deter sua expansão...
Oculto e desconhecido como a própria existência...


O amor "sem palavras"....
E a fonte das águas cristalinas...
Jamais vai "jamais se acaba"...
O que tudo começa," no amor" termina!...


Mais o vazio e inverso a ordem das criações...
As beiras da complexidade da não existência...
O não existir" em mim-mesmo", paralelo obscuro,cores de minhas  indagações...
Saciar-me-ei delimitadamente, de suas transigências?


"O vazio descansa! Desliga! Me encanta me intriga!"


Quantos robustos, necessitam  lançar suas fraquezas no vazio, e retornam de lá impactantes em seus renovos...
E quantos, recuantes se perderam nesse abismo...
O segredo de nós mesmo, nos recebe nos umbrais deste mundo novo...
Um minuto apenas, desta mundanidade para este mero" autor conciso"...



Instigador" me devora e também  me seduz...
 Relacionar-lhe-ei  com o quê?



Ao excelso e acanhado "Amor" que se elevas até "Deus"e logo se abaixa para velar
 "pelos embaraçados seres humanos ?"...
Ou a necessidade da carne  quê nunca se farta do coito, "ávido prazer?"
Acaso? Juras?Promessas que desperdiçamos, que não alcançamos?... 

O vazio me desafia, me deixa sedento...
Não estou recôndito diante de ti" inutilidade infinita"...
Ouso dizer,"haja luz, e se dissipem as trevas do tempo"...
Haja vida, natureza , humanos e todas pessoas sejam amadas, 
e da imensidão ressurjam-se os aflitos!!!

Meu fascínio pelo desabitado, vastidão me  que me impele ,há me  desafiar,
 "OUSE CRIAR!"


A imensidão deste vácuo , me arremete de encontro a insubordinação...
Então, ouso me vestir de folhas brancas, e me esboço aos quatros cantos ...
E o despovoado, vai sendo invadido, pôr este louco rascunho, e suas projeções...
A imensidão das letras distribuídas, não se curvam ao vazio da vida, 
"nem treme aos seus espantos"...


Seja bem vindo amado e  ousado escritor gentil!
A imensidão do vazio...


Autor:

lorisvaldolopes.blogspot.com.br
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