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quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Ínfimo Amor!



Um ínfimo amor pediu proteção,
ser eterno, e não seguir sozinho...
averso, a comungar com a solidão,
convicto, a perseguir carinhos.


De fato, o tal, bem pequenino,
se fez o mais propagado!
Entre adultos e meninos, 
em qualquer, coração encontrado ...


Todos querem, (no fundo no fundo),
até desesperanças, ousam sonhar...
um só, inferior no extremo do mundo,
exacerba, todos os limites do mar!



Podem ate parecer escondidos,
mas sobrevivem engrunados!
Mantém acesa, a chama no abrigo
riscando traços para ser encontrado...



Quer decidir como gente grande,
tem mais arrojo, para se entregar...
A gente sonha, (ele se expande),
só amando, irá se realizar!


Nós, adultos sempre dominando (ou dominados),
crescemos, e vai sobrando menor espaço!
Para afazeres, deveres e cuidados,
esquecemos de olhar para baixo...


Da pequena poeira que nós formou,
e das gotículas, em barros a modelar!
A mão amada quê nos levantou,
e muito mais conseguimos evitar...


Evitamos, o ser pequeno,
desejando se ter mais!
Vamos nos perdendo,
mas somos abrigos,
e no fundo temos paz!


O menor amor do mundo,
tem o poder maior...
Horas e dias, se iniciam em segundos,
e não existe ínfimo menor...



Não pode ser dissipado,
jamais será banido!
Sempre podem ser encontrados,
ainda que o mantenha escondido!



Ínfimo Amor...


Autor:


lorisvaldolopes.blogspot.com.br
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