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sábado, 14 de janeiro de 2017

Não será meu, nem teu; dividi-o.

 
  (1 Reis 3,16-28) Bíblia Almeida.

“16 Então vieram duas mulheres prostitutas ter com o rei, e se puseram diante dele.
17 E disse-lhe uma das mulheres: Ah, meu senhor! eu e esta mulher moramos na mesma casa; e tive um filho, estando com ela naquela casa.
18 E sucedeu que, no terceiro dia depois de meu parto, também esta mulher teve um filho. Estávamos juntas; nenhuma pessoa estranha estava conosco na casa; somente nós duas estávamos ali.
19 Ora, durante a noite morreu o filho desta mulher, porquanto se deitara sobre ele.
20 E ela se levantou no decorrer da noite, tirou do meu lado o meu filho, enquanto a tua serva dormia, e o deitou no seu seio, e a seu filho morto deitou-o no meu seio.
21 Quando me levantei pela manhã, para dar de mamar a meu filho, eis que estava morto; mas, atentando eu para ele à luz do dia, eis que não era o filho que me nascera.
22 Então disse a outra mulher: Não, mas o vivo é meu filho, e teu filho o morto. Replicou a primeira: Não; o morto é teu filho, e meu filho o vivo. Assim falaram perante o rei.
23 Então disse o rei: Esta diz : Este que vive é meu filho, e teu filho o morto; e esta outra diz: Não; o morto é teu filho, e meu filho o vivo.
24 Disse mais o rei: Trazei-me uma espada. E trouxeram uma espada diante dele.
25 E disse o rei: Dividi em duas partes o menino vivo, e dai a metade a uma, e metade a outra.
26 Mas a mulher cujo filho em suas entranhas se lhe enterneceram por seu filho), e disse: Ah, meu senhor! dai-lhe o menino vivo, e de modo nenhum o mateis. A outra, porém, disse: Não será meu, nem teu; dividi-o.
27 Respondeu, então, o rei: Dai à primeira o menino vivo, e de modo nenhum o mateis; ela é sua mãe.
28 E todo o Israel ouviu a sentença que o rei proferira, e temeu ao rei; porque viu que havia nele a sabedoria de Deus para fazer justiça.”

    
Quem é sábio, desvenda a verdadeira versão
se envereda pelos dois caminhos sempre atento
aos menores detalhes a sua volta.
A vida é cercada por enredos e tramas,
como se estivéssemos em um floresta muito densa, 
e guiados por pequenas frestas de luz.  
Alguns gestos são muito parecidos com amor e justiça
"MAS NÃO SÃO" (nenhum dos dois)
Porque os frutos do amor, são inconfundíveis
AMOR, PERDÃO, RECONCILIAÇÃO, GRATIDÃO...
(E demais que se assemelham em essência e virtude com estes) 
São essas obras que purificam a alma humana
e as encaminham
para o processo que conhecemos por 
SANTIFICAÇÃO.

Quem ama, Não mata! Não fere! Não causa dor!
QUEM AMA DEIXA VIVER
mesmo que não esteja do seu lado.    



L.L.S
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