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quinta-feira, 26 de janeiro de 2017


Fado Abstrato

O horizonte na pedra tenaz,
permanece intacto. "Inânime
inquietude do ultimo acto,
audácias! - Turba à efêmera-fugaz
― Viste o ator ante a equânime? 

Neutro abstrato, vaga às cores mortas
aquarelas utópicas tonalidades quiméricas. 
Segrego o olhar mutável, arqueando a lira rota
  belicoso tom, se queixa a alma bélica.

― Aquele cuja libido voraz afronta!
"Quase mil ofegos por um suspiro,
Nênias minhas, amor por ti Elegia,
tão eterna, lábios pálidos e imortal sorriso." 

― "Alótropo! Màcula à esfinge sonsa, 
pálida pasma, às dores régias."
 



L.L.S
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