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quinta-feira, 26 de maio de 2016

Todas as vezes (eu)

 

Nem mais vivo quê a cessação do dia,
talvez seja apenas mais um encerrado,
-sino de voz provocada,
quê incômoda.
 
Um mero destino, na ciranda de roda.

Irrecusável gravidade, 
quê não me deixa mentir/fingir
 
"Um estranho pouco conhecido,
por um (amigo) despercebido"
 
A saudade não vingada,
o braço nu de uma mão desolada,
apontando ao léu.
"Olhem um pedaço das ruas de Marte,
a pesquisar pela ciência." 
 
Existência? 
Aquela que nega, até a própria morte,
O quê tens?
Estar porvir, qualquer quê seja
-o além.
 
"Tão categórico quanto altercar consigo mesmo.
As cordas a toa quê arrastam o esmo.
 
Teu irmão 
- O mais velho entre os caçulas,
dos filhos ainda não nascido,
a fenda nua de uma mulher,
nas alturas mais profundas -a planta do pé!"
 
O que rejeita,
  [sobeja]
  da esquerda a direita
as voltas de sua mesa.

o crepúsculo entre a sombra e a luz,
[sem martírio] [sem cruz] 

E as trevas,
de um amor (mau amado)
 raiva's'em'trégua,
por teus cuidados.
 
Minha amada,
é, a liberdade deitada sobre a cama,
-ousadia nua -poesia.

O gozo da alma,
em um rosto indisposto
A reta angular
conhecendo o teu corpo.

Um
-"pode ser!" 
mais...
-quê apenas um.




(Lourisvaldo Lopes da Silva)
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