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segunda-feira, 23 de maio de 2016

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Consegues ouvir?
-O sangue quê corre nas veias
Têm desespero -um ritmado vermelho
de quem aconselha a não desistir.

Consegues sequer ouvi-la?
O pensamento atrevido?
Quê lastima, (sufocado)
dentre tantos calado, o único escondido
anelo por vida.

Consegues entender estes cânticos?
Quê unem o presente e o passado,
entre risos e prantos
um imenso rio, correndo alardeado,
escalando montanhas,
se lançando ao vazio,
e se espalhando
por todos os lados...

Quem a escuta, logo sabe.
"São as águas,
das multidões das palavras,
quando se abrem,
reconheces o teu nome? "

Todos, ao mesmo tempo
a canção dos montes a melodia dos ventos.

A cachoeira das vozes,
despejando-se ao espaço.
Cometas velozes,
voltando pra baixo!

"Não há como fugir,
dessa canção,
-o retumbado erigir!"
Nos ergue do chão.

Pede o triste uma palavra
e o valente uma arma
o amor pede uma alma,
o ódio o transmigrar pelos carmas. 

Mas a canção está aqui,
aonde estamos,
até aonde chegamos?
Até aonde nos iremos perseguir...

O direito dos pobres, corações sonhadores,
que se vestem de nossas almas...
"A liberdade dos sentimentos nossos (mestres e tutores)
compõem uma canção que jamais se cala! "
 


(Lourisvaldo Lopes da Silva)
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