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domingo, 11 de setembro de 2016

Adeus

(Ele)

Quando só, em caminho lento
...Ando vago a abrir espaço
O destino cria os momentos
E o carinho, gera os afagos

A lembrança é eco q'não se cala
A voz d'quem se ama, nunca se ausenta
E, na memória viva,  não se separam
 Sonha minha alma adormecida, mesmo sonolenta

Quando fecho os meus olhos, vejo
Mesmo parado, ainda caminho
Mãos dadas recordam os carinhos
Em teus olhos hoje, encontro o desejo

Tão distante é, a minha dor
Que nem sequer posso abraça-la
 Lembranças frias, e sem calor
"Não consigo alcança-la!"

(Ela)

 Sozinha, as lágrimas vencem-me
Meu sorriso já é cansado
Te esquecer? Mesmo que tentem;
"É tarde da noite, e ainda tenho-te sonhado!"

Mesmo que eu não queira, "existes
   E aonde foi, nem mesma eu posso
...Dar-me, paz, a meus olhos tristes!
Esquecer-te não posso!!!

"Por que me feres, ó futuro?"
....Desenhando-me em sonhos tal felicidade?...
Aqui dentro de mim não há, lugar seguro
Sem ti, mesmo distante, vive a saudade. 

O tempo passa,
 mas o nosso amor permanece...
No solidão é ele q'nos abraça
Ele existiu! "E jamais se esquece!"
 
 
(Aos dois)

 Que nunca mais, se encontraram
E para sempre se amaram.

 Adeus!


 Fim.




(Lourisvaldo Lopes da Silva)
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