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domingo, 17 de janeiro de 2016

#Lapide#

   


Quem se ausentou de mim?
Para castigada sabedoria
Deveria existir ?Sim? 
#Um #fim#
Por trás desta lapide jaz uma #poesia#

Quantas vezes fostes despercebida
A perfeita maquina das inspirações
Versos louvando breve vida
Quê saudade destas canções

Canções desentoadas
como as tentativas de cada um
Agora jaz minh'alma enlutada
Igual a ti, não há mais, em lugar algum... 

Se pudesse pediria-te perdão...
Mesmo que nunca tenha errado
Em-ti faria nascer um novo coração
Mas (não posso) 
 Tê-lo aqui do meu lado
Mas não posso
Sofrer calado

Preciso contar 
Preciso lembrar
Preciso amar
Preciso chorar

Preciso ser consolado

Tragam-me aqui poetas, até esta cripta
Para consolarem tamanha tristeza
Porque neste mortal as palavras não gritam
E este silencio mórbido ceifa a ausente beleza

Das lembranças quê se recusaram ao adeus
O meu abraço, meu carinho desta presença
Foi-se pra longe mui longe, Descobrir-se ao lado de Deus
Mau-dita tristeza dedica aos vivos  a lacuna dessa inexistência
Sem que se permita sem atender há exigências

Ficaremos sozinho não há como impedir
#(sozinhos de ti)#
E ceifeira saudade, me lacera o coração
"Não há mais como fugir"Não-há-mais-como-fugir-
Versos em luto, a sofrer recordações!
"Solutos e a sós com nossas indagações"

Nos somos a poesia viva
a qual  o Grand-Poeta
Jamais finaliza
...continua...
Na lapide há orquestra
melancólica para o fim (apenas) desta vida...

E aqui fora
#Sempre será lembrado#
Para a alma que chora
Jamais terás passado
#Sempre será lembrado#


#Lapide#

Autor:

Lourisvaldo Lopes da Silva

lorisvaldolopes.blogspot.com.br 
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