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domingo, 7 de fevereiro de 2016

Vale da Solidão...




A solidão é névoa densa em meio a estas matas
pude senti-la caminhando sozinho entre desfiladeiros
Existe abundância de dor nas palavras ingratas...
obrigando as lágrimas a rolarem em meu  travesseiro...

Quanto me vale mesmo?
Uma pesada saudade...
Que insiste sobreviver nas minhas lembranças em segredos?
Ou o sentir se só, é apenas uma vaidade?

Vai, idade consumindo Vaidades por quais me vi perder!
Sem mais competir, amargas serão as doces lembranças, destes troféus...
Todos os meus momentos passados "Todos eles obrigam-me a ti esquecer!"
Se o  presente me fez ausente, Alimente-me este léu!

Verdade é, que o vazio existe por dentro!
Mas quando se perde o que te alegra tua volta...
Percebes que vazio é um consentimento!
Que pesa-te com o calor, que agora te faz falta!

Vale da solidão, aonde caminho parte do dia
sempre encontro (coração) um amor decepcionado!
Esperança mesmo distante, a me instigar desarmonias...
Dos que se arrependem todos estão alucinados,
para reviver novamente os dias de apaixonados!


Ardor sem respostas não oferecem recompensas
Toda solidão é ruim (a principal) quando-se está acompanhado!
Se não me amas, não te convenças...
Por causa da dor, as feridas sustentam os isolados!

Se há necessidade, a fenda se abriu, a sua frente está o caminho
A distancia que separa também protege!
Solidão é fria, silenciosa e capaz de ensinar um homem sozinho...
Perdendo e ganhando a vida se rege...

Responda com fulgor os sentimentos a ti dedicado!
O teu corpo não é tudo que se espera como presença!
Ame muito e seja muito apaixonado!
Através dos gestos é atitudes convença!

Ao invés de passar fique!
Neste lugar a vida vai se abrir!
Viva aqui! E aqui se intensifique!
Vai surgir,
nova relva cobrindo este chão...

Melhor que sofrer é viver!
 (convida o coração)
E o melhor viver é não sofrer!
(Vale-te bem mais está solidão)

 Autor:


Lourisvaldo Lopes da Silva
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