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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Universo de repente Versos de gente



Memórias de um trovador (Parte:2)

Antônio de Xique Xique  E Osvaldo de passo fundo

"Antônio" Oxente, quê tamanha bondade
nos enviou "A Bahia!"
Amor quê sabe falar Baianês canta suave
se misturando a poesia!

Osvaldo, os ventos frios do sul também espalham calor
Quem carrega a tradição de seu povo, e levado pôr amor!

Antônio, sem nada chegava a Goiás,
Sua mobília não era visível ,
mas a sua família orgulhosa brilha a sua volta!
A maior riqueza que tem um homem é a sua paz...
E a verdadeira beleza, está apegada a tudo quê gosta!

Osvaldo gaudério, carpinteiro vaidoso
Repentista de chapéu de couro, lenço guaiaca e bombacha...
Das planícies pampeiras todo tempo lembrava versos novos
"Saudades da chinoca faceira",
trovador repentista, mesmo longe beija é abraça!

"Antônio de Xique Xique"    A felicidade invisível
Buscando um novo recomeço
(aonde está o coração do homem está o seu lar)
"Observando-o percebi não existir impossível"
Quando se ama a família, e se têm (uma Teresa para amar)

Nas sobras de madeiras, do tronco e dos currais
Osvaldo gaudério compôs versos para Antônio Xiquexique
"Duas culturas diferentes, quê vivem de amar se tornam iguais"
Prateleiras, bancos, camas e cadeiras, surgiam de sobras de madeiras,
(De tão lindas)Até mesmo vendo sempre há quem duvide!

                                Universo de repente versos de gente

Conta caso Antônio da culinária baiana,
e buchichos do rio São Francisco...

O chimarrão é bom para ensinar mesmo em silêncio,
em uma prosa bem quente
Não se cansa a visita...

Seu Osvaldo se recordava do pequeno Uruguai-mirim,
passo fundo tem um rio menino e muito bonito!
Eu viajava tanto, nessas lembranças, que hoje elas fazem parte de mim!  


Eu me via maravilhado diante destes repentistas
Até o nosso patrão Sr. Ygino ganhou homenagem
Frutos de sua linda fazenda, beleza a sumir de vista!
Os campos herdavam nomes, de acordo com as suas pastagens...

As mulheres eram os lindos troféus e as merecidas prendas
Eu era moço ainda muito novo
Mas sobrara desta farra até pra mim
(Dava a impressão que queriam me tirar algum tipo de venda)

Treme-terra esse moleque descalço não e bobo!
"Um dia ainda vai falar muito e bem"
(bem de mim) E sorria...
Ora, seu Osvaldo só me aqueço a este fogo
Sou moleque bobo e muito feliz assim!

Mas a vocação não escolhe contagia...

Quê saudade de-repente-
Há tanta riqueza neste universo
Espressam-na tão bem os repentistas
em seus versos!

Eles fazem parte da cultura romântica quê existe na gente!
Sem ambição ou concorrência, sempre incentivando, eu me lembro como se fosse hoje

Ambos diziam, audível e sem pressa...
Moleque novo! Não desista!
"Porquê os verdadeiros" Nascem comuns mas morrem poetas...

A verdadeira beleza se acompanha  a perder de vista!

Amigos muito emocionado nessa hora
Poesias que tanto me encantam é por ela que a minha alma chora!



Autor:


(Lourisvaldo Lopes da Silva)
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