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domingo, 28 de fevereiro de 2016

Ao acaso...



Talvez eu me lembre
para alimentar a saudade...
Para aquele que se rende,
amar tão só, a dor invade!

Diante da solidão, que as dores regem
a ofertada canção para esta noite...
Cala-te diante do amor que te persegues
a mão que erra, não tem renuncia  para este açoite!

"Mas não foge o atento
a espera de sons na porta!"
Nem se escapa ao relento
de quem tanto gosta!

Amar assim como eu amei,
sofrer assim como eu estou sofrendo!
A cada verso da canção eu me lembrei
daquela noite de novembro...

Por que se ama contando dias?
Ano após Ano há tenho por mais distante!
É cada um leva um pouco de minha alegria...
Queria fechar os olhos como fazem os poetas
"E tudo voltaria a ser como era antes"
Primavera nos campos, trilar das aves na floresta...

Mas o meu estanho revolve o meu mar
minha esperança, foi morar com os fantasmas
Deste meu passado a me assombrar!
Apenas teu amor vai me acalmar...


Estou a te esperar....


Autor:


Lourisvaldo Lopes da Silva
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