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quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Depois do furacão!




Perambulante  ,
de alvos incertos vagueava,
nos caminhos certos, que a vida precisa!
Sem propósito ou preocupação passava,
pensando,
"Pra quem são as pressas"
uma necessidade que sempre me intriga!


 Tudo tão perfeito,
em seu próprio lugar...
Um céu para as estrelas ,
uma lua para o mar!
Uma noite para a solidão,
um dia para a consolação!


Do que hei de me queixar?
Das guerras?
Da Paz?
Da insegurança?
Amanhã vai voltar!
A lua o mar,
o dia, a noite,
o medo e a esperança!



A força desta rotação,
arranca telhados desola plantações!
Não consegui fugir dessa corrente de ar...
Girando a minha volta,
fui tragado, contra minhas próprias decisões!
E tudo gira muito rapidamente,
(lá me fui indo, me vendo voltar)...


Quando já não restava mais força que me arrancasse do chão,
fui arremessado  com grande ímpeto sobre a vida!
Sobre as desoladas lavouras de minhas própria plantação...
 E como fere a terra, quando não se valoriza!



Precisei ser destelhado ser arremessado em círculos,
para notar do alto, aquilo tudo que eu mais preciso!
Da dor aprendi evitar, do amor aprendi aceitar...
Do céu,me servi de azul, De solidão me fiz luar!



Volta! Volta ! Volta ! De quantas eu preciso?
 Para voltar?
Fugir para dentro," deste vagante indeciso!"
Pés no chão, olhar no céu,e abundante feito o mar!

Depois do furacão!

Autor:



lorisvaldolopes.blogspot.com.br 
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